A inclusão de alunos com Necessidades Educativas Especiais às escolas, esta garantida por varias medidas Legislativa. Tais medidas como a Constituição Federal (1988), Declaração de Salamanca (1994), Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBN), entre outras; elas estabelecem o Direito à educação em rede regular de ensino aos Portadores de Necessidades Educativas Especiais, fazendo com que possam desenvolver suas habilidades em todos os tipos de atividades.
Mesmo que a legislação tenha assegurado uma conquista para a vida social destas pessoas, a questão é mais abrangente. A rede de ensino regular necessita de qualificação profissional e estrutura física voltada para atender as dificuldades dessa demanda, garantindo uma educação de qualidade. O importante é que se busque na escola a proposta de integração dos estudantes, para que a participação possibilite uma melhoria em sua aprendizagem e a valorização desse ser humano como ser social.
Portanto é de grande importância à contextualização dos Portadores de Necessidade Educacionais Especiais, com isto observa-se melhor onde estão amparados e inseridos, pois o objetivo destas Leis, é visar à integração social, ou seja, todas devem aprender juntas, independente de dificuldades e diferenças, só assim será promovida o fim da discriminação, pois “Todos os seres Humanos nascem livres e iguais, em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir um para com os outros em espírito de fraternidade”. (Artigo 1º - Declaração Universal dos direitos Humanos).
Pergunta:
Até que ponto você acha que estas Leis e Documentos estão sendo cumpridos? Será que a teoria e a prática estão caminhando juntas?
As Leis e constituições nem sempre são seguidas, levasse tempo para que o estado encontre meios para que as leis venham a ser cumpridas, isto requer custos e tempo para que seja posto do papel a sua plena prática. Contudo acho de que também não se deve demorar tanto para viabilizar e concretizar o direito à educação em rede regular de aprendizagem aos portadores de necessidades educativas especiais. Dentro das próprias artes está adaptação está ocorrendo lentamente, mas espero que gradativamente o objetivo seja alcançado. Então acredito de que na teoria está tudo certo e que só a prática é de que esteja andando lentamente, mas que nos últimos anos teve uma aceleração da inclusão social em quase todos os setores da educação pública, até pelo fato do país sediar a copa do mundo em 2014 e olimpíadas 2016, acho que o governo quer mostrar de que o país já está qualificando sua educação para se tornar um país modelo para os demais países sub-desenvolvidos e assim mostrar ao resto do mundo que estejamos definitivamente realizando a inclusão social na teoria e na prátcia. Quem sabe em 2016 tenhamos definitivamente a inclusão social e educacional na teoria e plenamente na prática.
ResponderExcluirAs leis estão ai, o que falta é por em prática. Muito pouco está sendo feito em relação a este aspecto, muito se pensa "no momento em que tiver um aluno que necesside eu faço". A teoria anda muito a frente da prática. Outro problema relevante é a falta de conhecimento das pessoas sobre os seus direitos, além da pouca publicidade vem junto a crença de grandes dificuldades para a realização dos mesmos. Estamos evoluindo aos poucos, devagar chegamos a uma educação decente e digna para todos.
ResponderExcluirGiovane da Rosa Pereira
Acredito que ainda estamos longe de cumprir com varias leis, principalmente em se tratando de incluir alunos com necessidades especiais de ensino, pois o professor ainda não esta preparado para receber este aluno. Algumas instituições de ensino com uma visão mais ampla de nossa realidade já conseguem compreender o que este público precisa para aprender, mas em contra partida temos muitas coisas que precisam mudar a começar pela simples acessibilidade, se você não pode entrar... Como fica? E tantos outros pontos que para fazer acontecer seria preciso viver essa realidade para saber o que se necessita. É bom saber que ao menos temos leis que estão sendo colocadas em pratica, ainda há esperança.
ResponderExcluirValéria D.S.